Radiação UV no verão brasileiro: por que os índices disparam entre janeiro e março

Por Marketing - Dermalog • 13 de janeiro de 2026 Compartilhar

Radiação UV no verão brasileiro: por que os índices disparam entre janeiro e março

Todo verão, a mesma cena se repete: sensação de calor extremo, previsões meteorológicas alertando para IUV “muito alto”, queimaduras acontecendo em tempo recorde e uma urgência quase instintiva por reforçar a proteção solar. Mas o que poucas pessoas entendem é que esse fenômeno não tem a ver apenas com a temperatura, e sim com a radiação ultravioleta, que dispara em intensidade no Brasil entre janeiro e março, atingindo valores que estão entre os mais altos do mundo.

A confusão entre calor e radiação é comum, mas perigosa, já que muitos acreditam que dias nublados oferecem proteção natural, o que não é verdade em países tropicais como o nosso, onde até 80 por cento da radiação UV continua presente mesmo sem sol aparente. Essa falsa sensação de segurança aumenta o risco de queimaduras e danos profundos, criando um contraste entre o que sentimos e o que realmente está acontecendo na atmosfera.

Quando olhamos para os dados de INPE, INMET e OMS, a história fica ainda mais clara: entre janeiro e março, o Brasil vive um cenário extremo de radiação ultravioleta, com impactos diretos na pele, no comportamento do consumidor e até no mercado de fotoproteção, preparando o terreno para entendermos como o IUV funciona.

O que é o Índice UV e como ele é medido

O Índice Ultravioleta, ou IUV, é uma métrica global usada para indicar a intensidade da radiação UV que atinge a superfície da Terra. Ele funciona como um termômetro de radiação, permitindo estimar o risco de queimadura e dano celular conforme a exposição ao sol aumenta. É por meio desse índice que conseguimos entender por que o verão brasileiro exige cuidados ampliados e específicas adaptações na fotoproteção.

O que o IUV representa

O IUV traduz em números a quantidade de radiação UV que chega à superfície. Os valores costumam variar:

• de 1 a 2 → risco baixo

• de 3 a 5 → risco moderado

• de 6 a 7 → risco alto

• de 8 a 10 → risco muito alto

• de 11 em diante → risco extremo

No verão brasileiro, especialmente entre janeiro e março, não é incomum encontrar níveis entre 12 e 17, conforme registros do INPE, revelando um ambiente em que poucos minutos de exposição já são suficientes para causar danos visíveis, abrindo espaço para a pergunta que vem a seguir.

O que entra no cálculo do IUV

Segundo organismos internacionais como OMS e NOAA, o cálculo leva em conta múltiplos fatores físicos e atmosféricos:

altitude

latitude

cobertura de nuvens

poluição atmosférica

ângulo solar

reflexo do solo, especialmente areia, água, concreto e superfícies claras

Essa combinação cria um cenário dinâmico em que o IUV pode variar rapidamente ao longo do dia, algo especialmente importante em países tropicais com clima instável.

E quando aplicamos essa lógica ao Brasil, a explicação para nosso UV extremo se torna inevitável.

Por que o Brasil tem IUV mais alto do mundo

Alguns motivos estruturais justificam os valores intensos:

proximidade com a linha do Equador, onde a incidência solar é mais direta

céu predominantemente claro no verão

grande refletância natural em regiões litorâneas e urbanas

clima quente e úmido, que aumenta a radiação difusa

Isso faz com que o país viva uma combinação de radiação direta e difusa que ultrapassa a de muitos países tropicais, explicando por que a pele parece “arder mais rápido” justamente quando o calendário vira para janeiro.

Janeiro a março: o pico absoluto da radiação UV no país

Entre janeiro e março, diversos componentes atmosféricos e solares se alinham de uma forma quase cirúrgica para elevar o IUV a patamares que exigem atenção redobrada. É um momento em que a física da radiação se soma ao comportamento climático do país, criando o período mais crítico do ano para a pele.

O sol está mais alto no céu

No auge do verão, o sol atinge um ângulo próximo de 90 graus em boa parte do território brasileiro. Isso reduz o caminho atmosférico que a radiação precisa percorrer, diminuindo a filtragem natural e aumentando a quantidade de UV que chega à superfície. Quanto menor o caminho, maior a energia incidente, e esse é um dos pilares do aumento abrupto da radiação entre janeiro e março.

Esse fenômeno acelera tanto o aquecimento quanto o risco de queimaduras, conduzindo ao próximo ponto.

Atmosfera mais limpa após chuvas intensas

Durante o verão, é comum que chuvas fortes limpem temporariamente a atmosfera, reduzindo partículas suspensas. Com menos poluentes no ar, há menos dispersão e absorção de radiação, tornando o céu “mais transparente” à passagem de UV. Isso amplifica a incidência direta, elevando o risco mesmo em dias aparentemente amenos.

Esse efeito cria contrastes de percepção que confundem o consumidor, que muitas vezes associa céu limpo a calor, mas não a aumento de risco.

Dias nublados não bloqueiam radiação

A OMS confirma que até 80 por cento da radiação UV permanece presente mesmo sob nuvens espessas. Isso acontece porque:

• nuvens brancas refletem radiação

• essa reflexão gera mais radiação difusa

• a radiação difusa chega à pele por múltiplos ângulos

O resultado é um tipo de exposição menos perceptível, já que o calor diminui, mas a radiação continua alta, criando uma armadilha perigosa.

E quando olhamos para o mapa solar do Brasil, vemos regiões altamente sensíveis.

Regiões brasileiras sob IUV extremo

Entre janeiro e março, áreas com registros de IUV 16+ incluem:

Norte: Amazonas, Pará

Nordeste: Bahia, Pernambuco, Ceará

Centro-Oeste: Goiás, Mato Grosso

Sudeste costeiro: especialmente Rio de Janeiro e Espírito Santo

Essas variações geográficas tornam a fotoproteção comportamental e técnica ainda mais crucial, preparando o caminho para entendermos o impacto direto dessa radiação na pele.

Como a radiação UV afeta a pele

A radiação ultravioleta não atinge a pele de forma uniforme, e entender as diferenças entre UVB e UVA é essencial para compreender os danos que se intensificam no verão brasileiro. Cada tipo de radiação provoca efeitos biológicos distintos, que se somam e agravam quando os níveis de IUV disparam.

UVB: queimadura solar imediata

O UVB atua na epiderme e está diretamente ligado a:

• eritema

• vermelhidão

• ardência

• descamação

• dor aguda

Com IUV elevado, a queimadura pode surgir em minutos, especialmente em fototipos mais claros ou pele sensível. Esse tipo de dano é o que explica grande parte das estatísticas de atendimentos de verão registradas pelo Ministério da Saúde.

E ainda que visível, a queimadura não é o único problema.

UVA: envelhecimento profundo

O UVA penetra camadas mais profundas e está associado a:

• degradação de colágeno

• manchas

• melasma

• rugas profundas

• danos cumulativos no DNA

Seu pico permanece constante ao longo do dia, inclusive após as 16h, o que amplia a janela de exposição e reforça a importância da proteção mesmo no fim da tarde.

Essa soma de impactos cria um cenário onde os dois tipos de radiação se amplificam, especialmente entre janeiro e março.

Diferença prática no verão brasileiro

Enquanto UVB queima por fora, UVA danifica por dentro. E quando ambos estão elevados simultaneamente, o risco biológico multiplica. O verão brasileiro é exatamente essa combinação explosiva, que só pode ser mitigada com fotoproteção adequada e consistente.

Por que a procura por protetor solar dispara nesses meses

Quando a radiação atinge valores extremos, tanto o comportamento humano quanto as necessidades cutâneas mudam. E é exatamente isso que os dados de mercado mostram: uma explosão na demanda por fotoprotetores no início do ano.

Comportamento do consumidor

Entre janeiro e fevereiro, o país entra em ritmo de:

• férias escolares

• viagens para praia e campo

• aumento de atividades ao ar livre

• prática esportiva em alta temperatura

Esse padrão aumenta o tempo médio de exposição solar, intensificando a percepção de risco e demandando mais reposições de protetor ao longo do dia.

Comportamento da pele

No verão, a pele enfrenta:

• mais suor

• mais oleosidade

• maior sensibilidade

• maior perda de água transepidérmica

• risco ampliado de queimadura e inflamação

Esses fatores reduzem a durabilidade do protetor convencional, exigindo fórmulas mais estáveis e específicas para calor.

Dados de mercado

A NielsenIQ confirma:

+42 por cento de aumento na busca por protetor solar no e-commerce em fevereiro

+56 por cento de crescimento no varejo físico durante o verão

• até +70 por cento na procura por dermocosméticos de fotoproteção

Esses números reforçam a percepção de risco, conduzindo ao próximo ponto: os riscos subestimados do verão tropical.

Riscos subestimados do verão brasileiro

A radiação extrema cria condições biológicas que vão além da queimadura. O verão favorece processos que agravam inflamação, manchas e sensibilidade.

Desidratação cutânea

Calor e suor removem lipídios essenciais da barreira cutânea, aumentando a sensação de ardor e vulnerabilidade, especialmente em ambientes secos ou muito quentes.

Ardência e vermelhidão

Mesmo com FPS aplicado, suor, água e atrito removem o filme protetor. Isso gera áreas expostas que inflamam rapidamente, muitas vezes sem que a pessoa perceba.

Queimadura solar em dias nublados

A combinação de calor, sensação térmica confortável e radiação difusa cria o chamado “efeito forno”, em que o corpo não percebe o risco real enquanto a pele segue absorvendo UV.

Manchas que se agravam rapidamente

Melasma e hiperpigmentações pós-inflamatórias se intensificam pela soma de calor + UV, exigindo cuidados mais rigorosos.

Esses riscos nos levam à pergunta essencial: como se proteger de forma eficiente?

Como se proteger no verão brasileiro

A fotoproteção de verão não é igual à fotoproteção de outono. O ambiente muda, o comportamento muda, a pele muda. Logo, a estratégia também precisa mudar.

Recomendação de quantidade (base técnica Suntech)

• 2 dedos de protetor para o rosto

• reaplicação a cada 2 horas

• reaplicação imediata após suor intenso, mergulho ou treino

Esse é o padrão considerado ideal para manter um filme homogêneo e estável.

Textura ideal para o verão

Fórmulas eficientes devem oferecer:

• toque seco

• estabilidade em calor

• resistência ao suor

• rápida absorção

• aderência que não escorre

Esses atributos garantem que o protetor permaneça ativo mesmo em condições extremas típicas do verão brasileiro.

Cuidados extras

• roupas com proteção UV

• boné ou chapéu

• evitar sol entre 10h e 16h

• hidratação constante

• atenção redobrada a áreas sensíveis

E é exatamente nesse contexto que Suntech aparece como um estudo de caso técnico.

Onde entra a Suntech (exemplo científico e técnico)

Suntech não surge como apelo comercial, mas como um case de engenharia cosmética tropical, desenvolvido para enfrentar exatamente o ambiente brasileiro entre janeiro e março.

Por que funciona bem em IUV extremo

Segundo o Treinamento Suntech, a tecnologia Grip System® mantém a aderência do produto mesmo com suor, água e atrito, garantindo um filme estável por mais de 5 horas, algo crítico quando a radiação atinge níveis extremos. 

BioAdapt®: textura que se ajusta ao calor e à umidade

A tecnologia BioAdapt® entrega estabilidade térmica entre 27 e 40 graus, assegurando toque seco e rápida absorção mesmo nas condições mais desafiadoras do verão tropical. 

Fórmula limpa e segura

• natural

• sem parabenos

• hipoalergênica

• dermatologicamente testada

• não arde os olhos

• formulada com manteiga de cupuaçu e andiroba, que aumentam a biocompatibilidade

Essa combinação torna o protetor funcional sem comprometer sensibilidade, algo essencial quando a pele está inflamada pelo calor.

Resistência real

Com estabilidade superior a 5 horas, Suntech reduz a perda de proteção causada pelo suor constante, algo fundamental para atletas, viajantes e consumidores urbanos no verão.

Embalagem sustentável

As bisnagas são feitas de polietileno de origem renovável (cana-de-açúcar), reduzindo impacto ambiental e alinhando performance com responsabilidade.