O câncer mais comum do país e ainda subestimado
O câncer de pele não é apenas frequente, ele é, disparado, o mais comum no Brasil. Segundo o INCA (Instituto Nacional de Câncer), o câncer de pele representa cerca de 30% de todos os tumores malignos registrados no país. Isso significa que, a cada 10 diagnósticos de câncer, aproximadamente 3 são de pele. Mesmo assim, ele ainda é tratado com menos urgência do que deveria, principalmente por ser, em muitos casos, evitável.
Como o câncer de pele se desenvolve
A principal causa do câncer de pele é a exposição à radiação ultravioleta (UV). Quando a pele é exposta ao sol, a radiação UV penetra nas camadas cutâneas, provoca danos ao DNA das células e gera mutações ao longo do tempo. Se esses danos não forem reparados pelo organismo, as células começam a se multiplicar de forma descontrolada. Esse processo pode levar ao desenvolvimento de tumores malignos.
Os dois principais tipos de câncer de pele
Câncer de pele não melanoma
Representa a maioria dos casos.
Possui crescimento mais lento.
Apresenta baixa taxa de mortalidade.
Tem alta chance de cura quando diagnosticado cedo.
É o tipo mais comum no Brasil.
Melanoma
É menos frequente.
Muito mais agressivo.
Apresenta alto risco de metástase.
Pode evoluir rapidamente.
É o tipo mais perigoso.
Tipo | Frequência | Gravidade |
Não melanoma | Muito comum | Menor letalidade |
Melanoma | Menos comum | Alta agressividade |
Números que mostram a dimensão do problema
De acordo com estimativas recentes do INCA, ocorrem mais de 185 mil novos casos de câncer de pele não melanoma por ano no Brasil e cerca de 8 mil novos casos de melanoma anuais. O câncer de pele continua liderando o ranking de incidência no país. Globalmente, mais de 1,5 milhão de casos de câncer de pele foram registrados em 2020, com mais de 120 mil mortes associadas à doença.
O fator central: exposição solar acumulada
O risco não está apenas em um dia de sol intenso. Ele está no acúmulo da exposição repetida ao longo dos anos, nas pequenas agressões diárias e nas queimaduras sofridas na infância e adolescência. Esse histórico constrói o risco ao longo da vida.
Principais fatores de risco:
Exposição solar excessiva: Quanto maior a exposição, maior o risco acumulado.
Queimaduras solares: Episódios de queimadura, especialmente na infância, aumentam o risco futuro de melanoma.
Pele clara (fototipos baixos): Menor quantidade de melanina resulta em menor proteção natural.
Histórico familiar: A predisposição genética pode elevar a chance de desenvolvimento.
Atividades ao ar livre: Esportes, trabalho externo e lazer prolongado elevam a exposição total.
O erro mais comum: subestimar a exposição diária
Muitas pessoas associam o risco apenas à praia, piscina ou férias. Mas a exposição relevante também acontece em caminhadas, na prática esportiva, em deslocamentos diários e no trabalho ao ar livre. O risco é cumulativo, não episódico.
Prevenção: o único caminho realmente eficaz
A boa notícia é que o câncer de pele está entre os mais preveníveis. A Organização Mundial da Saúde (OMS) afirma que reduzir a exposição à radiação UV reduz diretamente o risco da doença.
As principais medidas de proteção incluem:
Uso diário de protetor solar com reaplicação ao longo do dia.
Evitar horários de pico (10h às 16h).
Uso de barreiras físicas como roupas, bonés e óculos.
Atenção redobrada em ambientes com alta reflexão, como areia, água e neve.
O ponto crítico: proteção que funciona na vida real
Não basta usar protetor, ele precisa permanecer na pele. Na prática, a proteção pode ser comprometida por suor, água, atrito e movimento constante. Isso é especialmente relevante para quem pratica esportes outdoor, trabalha exposto ao sol ou passa longos períodos ao ar livre.
Proteção solar de performance: quando a tecnologia faz diferença
A evolução dos protetores solares trouxe um novo foco para a performance em condições reais de uso. A proposta da Suntech se posiciona exatamente nesse território:
Grip System®: Tecnologia que melhora a aderência do produto à pele.
Alta resistência à água e ao suor.
Toque seco e sem escorrer.
Proteção contínua mesmo em movimento.
Além disso, a tecnologia BioAdapt® atua no comportamento da formulação na pele, contribuindo para uma proteção mais estável e adaptada às condições de uso. Isso resolve um dos maiores gargalos da proteção solar, que é manter a eficácia durante toda a exposição e não apenas no momento da aplicação.
Quem mais precisa de atenção
Grupos com maior risco incluem pessoas de pele clara, crianças e adolescentes, atletas, trabalhadores expostos ao sol e pessoas com histórico familiar. É importante reforçar que todos os fototipos precisam de proteção.
A prevenção começa antes do problema aparecer
O câncer de pele raramente surge de um único evento. Ele é resultado de anos de exposição. Por isso, a proteção precisa ser consistente, diária e adaptada ao seu estilo de vida. A prevenção é a forma mais eficaz de combater a doença. Use protetor solar todos os dias, escolha produtos que acompanhem seu ritmo e não subestime a exposição ao sol, pois ela acontece mais do que você percebe.